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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Ajam como se a casa estivesse a arder (Greta Thunberg)

Mäyjo, 18.04.19

O meu nome é Greta Thunberg, venho da Suécia e quero que entrem em pânico. Quero que ajam como se a casa estivesse a arder.

...
Ontem o mundo assistiu, com desespero e grande tristeza, a Notre Dame a arder em Paris.Alguns edifícios são mais que edifícios. Mas Notre Dame será reconstruída.
...
A nossa casa está se desmoronando e os nossos líderes precisam começar a agir de acordo. Porque no momento, eles não estão!
...
As eleições da UE estão a chegar.

E muitos de nós que serão mais afetados por esta crise, pessoas como eu, não têm direito a votar.
..
E é por isso que milhões de crianças estão nas ruas com a greve à escola para chamar a atenção para a crise climática.

Vocês precisam nos ouvir, nós que não podemos votar.

Vocês precisam votar por  nós, pelos seus filhos e netos.

O que estamos a fazer agora em breve não poderá mais ser desfeito.

Nesta eleição vocês votam para as futuras condições de vida para a humanidade.
...
Nossa casa está a cair aos pedaços.
O futuro, assim como o que conquistamos no passado, está literalmente em vossas mãos agora.
Mas ainda não é tarde para agir.
Será necessária uma visão de longo alcance.
Será preciso coragem.
Será preciso determinação feroz para agir agora, para estabelecer as fundações quando ainda  não sabemos como vai ser o telhado.

Por outras palavras, será necessário pensamento “catedral”.

Peço que vocês, por favor, acordem e façam as mudanças necessárias.
Fazer o vosso melhor já não é o suficiente.
Todos nós devemos fazer o que parece impossível.
E tudo bem se você se recusar a me ouvir.
Afinal, eu sou apenas uma estudante de 16 anos da Suécia.
Mas vocês não podem ignorar os cientistas ou a ciência.
Ou os milhões de crianças em greve que estão clamando pelo direito a um futuro.
Eu imploro, por favor, não falhem nisto.»

Palavras de Greta Thunberg (16 anos) dirigidas ao Parlamento Europeu, no dia 16 de abril de 2019, conforme vídeo abaixo.




«Greta Thunberg, ativista climática sueca de 16 anos, fez um apelo apaixonado ao planeta no Parlamento Europeu na terça-feira (16 de abril), exortando os deputados a "começarem a entrar em pânico com a mudança climática" em vez de "perder tempo discutindo Brexit" .

Noutro discurso impressionante, aos membros da UE, desta vez em frente à comissão de meio ambiente do Parlamento, Thunberg disse aos deputados que “eu quero que vocês ajam como se a vossa casa estivesse em chamas. Eu quero que entrem em pânico".

A ativista reconheceu que: "algumas fações não me querem aqui hoje porque elas não querem falar sobre o colapso climático", mas reiterou que "está tudo bem se me ignorarem, mas não podem ignorar a ciência".

Traçando paralelos com o trágico inferno da noite de segunda-feira que varreu o telhado da catedral de Notre-Dame, em Paris, Thunberg esperava que "as fundações de nossa civilização fossem ainda mais fortes que as de Notre-Dame. Temo que não sejam."

Ela acrescentou que "se a casa estivesse a desmoronar-se, vocês não perderiam tempo discutindo sobre o Brexit" e que "mudanças permanentes e sem precedentes" são necessárias, incluindo garantir que as emissões sejam cortadas em pelo menos 50% até 2030. A meta atual é 40%.»

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=14w8WC1I3S4

História da construção europeia:

Mäyjo, 09.05.15

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• 1950 - 9 de Maio
Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas idéias de Jean Monnet. Propõe que a França e a República Federal da Alemanha ponham em comum os seus recursos de carvão e de aço, numa organização aberta aos outros países da Europa.

Porque esta data pode ser considerada como a do nascimento da União Europeia, o dia 9 de Maio é hoje comemorado anualmente como o Dia da Europa.


• 1951 - 18 de Abril
Seis países - Bélgica, República Federal da Alemanha, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos - assinam em Paris o Tratado que institui a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), que entra em vigor em 23 de Julho de 1952, por um período de 50 anos.


• 1955 - 1 e 2 de Junho
Reunidos em Messina, os Ministros dos Negócios Estrangeiros dos Seis decidem tornar a integração europeia extensiva a toda a economia.


• 1957 - 25 de Março
Assinatura em Roma dos Tratados que instituem a Comunidade Económica Européia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom), que entram em vigor em 1 de Janeiro de 1958.


• 1960 - 4 de Janeiro
Por iniciativa do Reino Unido, a Convenção de Estocolmo cria a Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA), que reúne vários países europeus que não fazem parte da CEE.


• 1963 - 20 de Julho
É assinado em Yaoundé um acordo de associação entre a CEE e 18 países africanos.


• 1965 - 8 de Abril
É assinado o Tratado de fusão dos executivos das três Comunidades (CECA, CEE e Euratom) e que cria um Conselho e uma Comissão únicos. Este tratado entra em vigor em 1 de Julho de 1967.


• 1966 - 29 de Janeiro
"Compromisso do Luxemburgo": na sequência de uma crise política, a França aceita retomar o seu lugar nas reuniões do Conselho, a troco da manutenção da regra da unanimidade quando estejam em jogo "interesses nacionais de importância vital".


• 1968 - 1 de Julho
Eliminação completa, com 18 meses de avanço sobre o previsto, dos direitos aduaneiros entre os Estados-Membros sobre os produtos industriais. Entra em vigor uma pauta aduaneira comum.


• 1969 - 1 e 2 de Dezembro
Na Cimeira de Haia, os dirigentes políticos da CEE decidem dar novo impulso ao processo de integração europeia, abrindo caminho para o primeiro alargamento.


• 1970 - 22 de Abril
É assinado no Luxemburgo um tratado que permite que as Comunidades Europeias sejam progressivamente financiadas por "recursos próprios" e que confere maiores poderes de controlo ao Parlamento Europeu.


• 1972 - 22 de Janeiro
São assinados em Bruxelas os tratados de adesão da Dinamarca, da Irlanda, da Noruega e do Reino Unido às Comunidades Europeias.


• 1973 - 1 de Janeiro
A Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido aderem às Comunidades Europeias, que passam a ter nove Estados-Membros. A Noruega fica de fora, na sequência de um referendo em que o voto maioritário foi desfavorável à adesão.


• 1974 - 9 e 10 de Dezembro
Na Cimeira de Paris, os líderes políticos dos Nove decidem reunir se regularmente em Conselho Europeu três vezes por ano. Dão igualmente luz verde às eleições diretas para o Parlamento Europeu e acordam na criação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


• 1975 - 28 de Fevereiro
É assinada em Lomé uma convenção (Lomé I) entre a CEE e 46 Estados da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP).

22 de Julho
É assinado um tratado que reforça os poderes orçamentais do Parlamento Europeu e cria o Tribunal de Contas Europeu. Este tratado entra em vigor em 1 de Junho de 1977.


• 1979 - 7 a 10 de Junho
Primeiras eleições diretas dos 410 deputados do Parlamento Europeu.


• 1981 - 1 de Janeiro
Entrada da Grécia nas Comunidades Europeias, que passam a contar 10 Estados-Membros.


• 1984 - 14 a 17 de Junho
Segundas eleições diretas para o Parlamento Europeu.


• 1985 - 7 de Janeiro
Jacques Delors assume a presidência da Comissão (1985-95).

14 de Junho
É assinado o Acordo de Schengen, cuja finalidade é suprimir os controles nas fronteiras entre os Estados-Membros das Comunidades Europeias.


• 1986 - 1 de Janeiro
A Espanha e Portugal aderem às Comunidades Europeias, que passam a contar 12 Estados-Membros.

17 e 28 de Fevereiro
É assinado no Luxemburgo e em Haia o Ato Único Europeu, que entra em vigor em 1 de Julho de 1987.


• 1989 - 15 e 18 de Junho
Terceiras eleições diretas para o Parlamento Europeu.

9 de Novembro
Queda do Muro de Berlim.


• 1990 - 3 de Outubro
Reunificação da Alemanha.


• 1991 - 9 a 10 de Dezembro
O Conselho Europeu de Maastricht adapta o Tratado da União Europeia, que estabelece as bases para uma política externa e de segurança comum, uma cooperação mais estreita nos domínios da justiça e dos assuntos internos e a criação de uma união económica e monetária, incluindo uma moeda única.


• 1992 - 7 de Fevereiro
É assinado em Maastricht o Tratado da União Europeia, que entra em vigor em 1 de Novembro de 1993.


• 1993 - 1 de Janeiro
É criado o mercado interno.


• 1994 - 9 e 12 de Junho
Quartas eleições diretas para o Parlamento Europeu.


• 1995 - 1 de Janeiro
A Áustria, a Finlândia e a Suécia juntam se à UE, que passa a ter 15 Estados-Membros. A Noruega fica novamente de fora, na sequência de um referendo em que o voto maioritário foi desfavorável à adesão.

23 de Janeiro
Entra em funções uma nova Comissão Europeia (1995-1999), presidida por Jacques Santer.

27 a 28 de Novembro
A Conferência Euromediterrânica de Barcelona cria uma parceria entre a UE e os países do Sul do Mediterrâneo.


• 1997 - 2 de Outubro
É assinado o Tratado de Amesterdão, que entra em vigor em 1 de Maio de 1999.


• 1998 - 30 de Março
Tem início o processo de adesão dos novos países candidatos, que vai abranger Chipre, Malta e 10 países da Europa Central e Oriental.


• 1999 - 1 de Janeiro
Início da terceira fase da UEM: as moedas de 11 Estados-Membros são substituídas pelo euro que é introduzido nos mercados financeiros para transações não efetuadas em numerário. O Banco Central Europeu passa a ser responsável pela política monetária. A Grécia reúne se a esses Estados em 2001.

10 e 13 de Junho
Quintas eleições diretas para o Parlamento Europeu.

15 de Setembro
Entra em funções uma nova Comissão Europeia (1999-2004), presidida por Romano Prodi.

15 a 16 de Outubro
O Conselho Europeu de Tampere decide tornar a UE um espaço de liberdade, de segurança e de justiça.

2000 
23 e 24 de Março
O Conselho Europeu de Lisboa define uma nova estratégia para fomentar o emprego na UE, modernizar a economia e reforçar a coesão social numa Europa baseada no conhecimento.

7 e 8 de Dezembro
Em Nice, o Conselho Europeu chega a acordo sobre o texto de um novo tratado, que reforma o sistema decisório da UE na perspectiva do alargamento. Os presidentes do Parlamento Europeu, do Conselho Europeu e da Comissão Europeia proclamam solenemente a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.


• 2001 - 26 de Fevereiro
Assinatura do Tratado de Nice, que entra em vigor em 1 de Fevereiro de 2003.

14 e 15 de Dezembro
O Conselho Europeu de Laeken adapta uma declaração sobre o futuro da União, que abre caminho para a próxima grande reforma da UE e convoca uma Convenção para preparar uma Constituição Europeia.


• 2002 - 1 de Janeiro
Entrada em circulação das notas e moedas de euros nos 12 países da área do euro.

13 de Dezembro
O Conselho Europeu de Copenhaga decide que 10 dos países candidatos (Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa) poderão aderir à UE em 1 de Maio de 2004.


• 2003 - 10 de Julho
A Convenção sobre o futuro da Europa adapta um projeto de Constituição Europeia e conclui os seus trabalhos.

4 de Outubro
Abertura da Conferência Intergovernamental encarregada de redigir o Tratado Constitucional.


• 2004 - 1 de Maio
Chipre, Malta, a República Checa, a Estónia, a Hungria, a Letónia, a Lituânia, a Polónia, a Eslováquia e a Eslovénia aderem à União Europeia.

10 e 13 de Junho
Sextas eleições diretas para o Parlamento Europeu.

29 de Outubro
A Constituição Europeia é adaptada em Roma (sujeita a posterior ratificação pelos Estados-Membros).

22 de Novembro
Entra em funções uma nova Comissão Europeia presidida por José Manuel Barroso.


• 2005 - 29 de Maio e 1 de Junho
Rejeição da Constituição por referendo em França e, três dias depois, nos Países Baixos.

3 de Outubro
Abertura das negociações de adesão com a Turquia e a Croácia.


• 2007 - 1 de Janeiro
A Bulgária e a Roménia aderem à União Europeia.
A Eslovénia passa a integrar a área do euro.

 

• 2013 - 1 de Julho
A Bulgária e a Roménia aderem à União Europeia.

Dez etapas históricas da UE:

Mäyjo, 16.03.15

1. Em 9 de Maio de 1950, a Declaração Schuman propôs a criação de uma Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), que veio a tornar se realidade com o Tratado de Paris de 18 de Abril de 1951, instituindo um mercado comum do carvão e do aço entre os seis Estados fundadores (Bélgica, República Federal da Alemanha, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos). Poucos anos decorridos sobre o fim da Segunda Guerra Mundial, o seu objetivo primordial era assegurar a paz entre as nações europeias vencedoras e vencidas, associando as num sistema institucional comum regido pelos princípios da igualdade e da cooperação.


2. Esses seis Estados decidiram depois, em 25 de Março de 1957, com o Tratado de Roma, construir uma Comunidade Económica Europeia (CEE) com base num mercado comum mais alargado e que abrangia toda uma série de bens e serviços. Os direitos aduaneiros entre os seis países foram totalmente abolidos em 1 de Julho de 1968 e, ao longo da mesma década, foram definidas políticas comuns, nomeadamente nos domínios do comércio e da agricultura.


3. O sucesso obtido pelos Seis levou a Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido a decidirem aderir à Comunidade. Este primeiro alargamento, de seis para nove membros, teve lugar em 1973 e foi acompanhado pelo estabelecimento de novas políticas sociais e ambientais, bem como pela criação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) em 1975.


4. Em Junho de 1979, a Comunidade Europeia deu um importante passo em frente, com as primeiras eleições para o Parlamento Europeu por sufrágio universal direto. Estas eleições realizam se de cinco em cinco anos.


5. Em 1981, a Grécia aderiu à Comunidade, no que foi seguida, em 1986, por Espanha e Portugal Foram adesões que vieram reforçar a presença da Comunidade no Sul da Europa e tornar mais urgente a expansão dos seus programas de auxílio regional.


6. A recessão económica mundial do início da década de 80 trouxe consigo uma onda de "europessimismo". No entanto, a esperança renasceu em 1985, quando a Comissão Europeia, sob a presidência de Jacques Delors, publicou um Livro Branco que estabelecia um calendário para concluir a realização do mercado interno europeu até 1 de Janeiro de 1993. Este ambicioso objetivo ficou consagrado no Ato Único Europeu, que foi assinado em Fevereiro de 1986 e entrou em vigor em 1 de Julho de 1987.


7. A morfologia política da Europa foi profundamente alterada pela queda do Muro de Berlim, em 1989, que conduziu à reunificação da Alemanha, em Outubro de 1990, e à democratização dos países da Europa Central e Oriental, libertados da tutela soviética. A própria União Soviética deixou de existir em Dezembro de 1991.

Entretanto, os Estados-Membros negociavam o novo Tratado da União Europeia, que veio a ser adaptado pelo Conselho Europeu, constituído pelos Chefes de Estado e/ou de Governo, em Maastricht , em Dezembro de 1991 e entrou em vigor em 1 de Novembro de 1993. Acrescentando domínios de cooperação intergovernamental às estruturas comunitárias existentes, este tratado criou a União Europeia (UE).


8. A nova dinâmica europeia assim gerada e a evolução da situação geopolítica do continente levaram três novos países - a Áustria, a Finlândia e a Suécia - a aderirem à UE, em 1 de Janeiro de 1995.


9. É então que a União se prepara para a sua mais espetacular realização de sempre, a criação de uma moeda única. Em 1999, o euro começou a ser usado para transações financeiras (não efetuadas em numerário) e só três anos mais tarde as notas e as moedas de euros entraram em circulação nos 12 países da "área do euro". O euro assume agora o estatuto de grande moeda mundial para pagamentos e reservas, ao lado do dólar.

Os europeus enfrentam atualmente os desafios da globalização. A aceleração dos progressos tecnológicos e a utilização cada vez maior da Internet estão a transformar as economias, embora comportem também problemas sociais e culturais.

Em Março de 2000, a UE adaptou a "estratégia de Lisboa" com o objetivo de modernizar a economia europeia e torná-la apta a concorrer no mercado mundial com outros grandes protagonistas, como os Estados Unidos e os novos países industrializados. A estratégia de Lisboa inclui o incentivo à inovação e ao investimento nas empresas, assim como a modernização dos sistemas educativos europeus para os adequar às necessidades da sociedade da informação.

Ao mesmo tempo, o desemprego e o custo crescente dos regimes de pensões exercem pressão sobre as economias nacionais, o que torna a necessidade de reformas ainda mais premente. Os eleitores exigem cada vez mais aos seus governos que encontrem soluções concretas para estes problemas.


10. Mal se concluíra o alargamento da União Europeia para 15 membros, logo se iniciaram os preparativos para novo alargamento de uma envergadura sem precedentes. Em meados da década de 90, começaram a bater à porta da UE os antigos países do bloco soviético (Bulgária, República Checa, Hungria, Polónia, Roménia e Eslováquia), os três Estados bálticos que haviam feito parte da União Soviética (Estónia, Letónia e Lituânia), uma das repúblicas da antiga Jugoslávia (Eslovénia) e dois países mediterrânicos (Chipre e Malta).
A UE congratulou se com essa oportunidade de ajudar a estabilizar o continente europeu e de alargar os benefícios da integração europeia a estas jovens democracias. As negociações para a adesão dos países candidatos foram iniciadas em Dezembro de 1997 e a Europa dos 25 tornou se realidade em 1 de Maio de 2004, quando a adesão de 10 dos 12 candidatos se concretizou. Seguiram se a Bulgária e a Roménia, em 1 de Janeiro de 2007 e a Croácia em 2013.


Bibliografia:
http://europa.eu/abc/12lessons/lesson_2/index_pt.htm
http://www.google.com.br

 

A União Europeia

Mäyjo, 02.01.15

A União Europeia é um bloco económico, político e social de 28 países europeus que participam de um projeto de integração política e económica.


Ela desenvolve várias iniciativas para a coordenação das atividades judiciais de defesas dos Estados Membros, além de ter um mercado único europeu, uma moeda única, e políticas agrícolas, de pescas, comércios e de transportes comuns.


Os países integrantes são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda), Polónia, Portugal, Reino Unido, Republica Checa, Roménia e Suécia.



Língua oficial: 23 línguas oficiais:

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Cidade mais populosa: Londres.

Área: 4.324.782 km2

População: 497.070.000 hab. (estimativa de 2007)


PIB: 
- Total: $14.953.000.000
- Per Capita: $ 28.213 


Moeda: Com o propósito de unificação monetária e facilitação do comércio entre os Estados Membros, a União Europeia adotou uma única moeda – o euro. 

Ele foi adaptado por 15 dos 28 países: Áustria, Bélgica, Chipre parte Grega (desde 1/1/2008), Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta (desde 1/1/2008), Países Baixos, Portugal, Eslovénia, Espanha.


Geografia: A geografia da União Europeia é muito variada, sendo que tem várias áreas climáticas, estas incluem a maior parte dos tipos de clima, desde o clima polar até o clima equatorial. A maior parte da população vive em áreas com o clima mediterrânico, clima temperado, clima oceânico e clima continental.

As principais cadeias montanhosas são: os Alpes, os Cárpatos, os Balcãs, e os Pirenéus.

A maior planície da União Europeia é a Grande Planície Europeia, que abrange todos os Estados Membros da Europa Central e uma parte dos Estados Membros da Europa Ocidental e da Europa Oriental.



Economia: A economia da União Europeia é baseada num sistema capitalista liberal. Principal objetivo económico da União Europeia é promover uma economia livre, concorrencial e sem barreiras comerciais tanto ao nível das mercadorias, dos capitais, e também dos seus cidadãos e trabalhadores.



Objetivos da União Europeia:
- Promover a política económica da Europa;

- Melhorar as condições de vida e do trabalho dos cidadãos europeus;

- Melhorar as condições de livre comércio entre os países membros;

- Reduzir as desigualdades sociais e económicas entre as regiões;

- Proporcionar um ambiente de paz, harmonia e equilíbrio na Europa;

- Proporcionar aos agricultores um nível de vida razoável;

- Fornecer aos consumidores alimentos de qualidades e a preços justos;

- Preservar o património rural;

- A UE esta no centro de uma rede cujo papel consiste em aliviar o sofrimento humano, fazendo chegar ajuda o mais rápido possível às pessoas que dela necessitam, independente da sua raça ou religião e do fato de a crise resultar de conflitos provocados pelo homem ou de uma catástrofe natural;

- Reduzir os preços e aumentar a qualidade dos bens e serviços propostos e também a opção de escolha dos consumidores;

- Promover os direitos dos consumidores à informação e educação;

- Preservar e apoiar a diversidade cultural e contribuir para torná-la acessível a outros;

- Incentivar o desenvolvimento abrindo os seus mercados às exportações vindas dos países pobres e incentivando-os a intensificarem as trocas comerciais entre si;

- Beneficiar cidadãos europeus de todas as idades com programas subvencionados pela UE nos domínios da educação da formação profissional e do reforço da cidadania;

-



Cidade mais populosa: Londres.

Área: 4.324.782 km2

População: 497.070.000 hab. (estimativa de 2007)


PIB: 
- Total: $14.953.000.000
- Per Capita: $ 28.213 


Moeda: Com o propósito de unificação monetária e facilitação do comércio entre os Estados Membros, a União Europeia adotou uma única moeda – o euro. 

Ele foi adaptado por 15 dos 27 países: Áustria, Bélgica, Chipre parte Grega (desde 1/1/2008), Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta (desde 1/1/2008), Países Baixos, Portugal, Eslovénia, Espanha.


Geografia: A geografia da União Europeia é muito variada, sendo que tem várias áreas climáticas, estas incluem a maior parte dos tipos de clima, desde o clima polar até o clima equatorial. A maior parte da população vive em áreas com o clima mediterrânico, clima temperado, clima oceânico e clima continental.

As principais cadeias montanhosas são: os Alpes, os Cárpatos, os Balcãs, e os Pirenéus.

A maior planície da União Europeia é a Grande Planície Europeia, que abrange todos os Estados Membros da Europa Central e uma parte dos Estados Membros da Europa Ocidental e da Europa Oriental.



Economia: A economia da União Europeia é baseada num sistema capitalista liberal. Principal objetivo económico da União Europeia é promover uma economia livre, concorrencial e sem barreiras comerciais tanto ao nível das mercadorias, dos capitais, e também dos seus cidadãos e trabalhadores.



Objetivos da União Europeia:
- Promover a política económica da Europa;

- Melhorar as condições de vida e do trabalho dos cidadãos europeus;

- Melhorar as condições de livre comércio entre os países membros;

- Reduzir as desigualdades sociais e económicas entre as regiões;

- Proporcionar um ambiente de paz, harmonia e equilíbrio na Europa;

- Proporcionar aos agricultores um nível de vida razoável;

- Fornecer aos consumidores alimentos de qualidades e a preços justos;

- Preservar o património rural;

- A UE está no centro de uma rede cujo papel consiste em aliviar o sofrimento humano, fazendo chegar ajuda o mais rápido possível às pessoas que dela necessitam, independente da sua raça ou religião e do fato de a crise resultar de conflitos provocados pelo homem ou de uma catástrofe natural;

- Reduzir os preços e aumentar a qualidade dos bens e serviços propostos e também a opção de escolha dos consumidores;

- Promover os direitos dos consumidores à informação e educação;

- Preservar e apoiar a diversidade cultural e contribuir para torná-la acessível a outros;

- Incentivar o desenvolvimento abrindo os seus mercados às exportações vindas dos países pobres e incentivando-os a intensificarem as trocas comerciais entre si;

- Beneficiar cidadãos europeus de todas as idades com programas subvencionados pela UE nos domínios da educação da formação profissional e do reforço da cidadania;

- A UE incentiva todos para que tenham uma preparação adequada para acompanhar o ritmo da mudança numa economia baseada no conhecimento;

- Promover o crescimento sustentável, a criação de emprego e o aumento da prosperidade;

- Reduzir a utilização de combustíveis fósseis, poupar energia e desenvolver energias alternativas;

- Explorar os recursos do mar de forma responsável, por exemplo, impedindo a sobre pesca e garantindo que a extração de petróleo e do gás não prejudique o ambiente marinho; 

- Transmitir ao consumidor a confiança na segurança dos produtos alimentares;

- Abrir os mercados nacionais à concorrência;

- Assegurar paz, prosperidade e estabilidade às suas populações; 

- Consolidar a reunificação do continente; 

- Garantir a segurança dos cidadãos; 

- Promover um desenvolvimento económico e social equilibrado; 

- Vencer os desafios da globalização e preservar a diversidade dos povos europeus; 

- Fomentar os valores que os europeus partilham como o desenvolvimento sustentável, a qualidade do ambiente, os direitos humanos e a economia social de mercado.